05/11/2019 13:20:54
Salvador é a Primeira Capital Brasileira em Desempenho Fiscal em 2018



A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN publicou nesta quinta-feira (31/10) o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF), indicador de alta credibilidade que mede e classifica o desempenho fiscal dos municípios brasileiros desde 2006. O grande destaque desta Edição 2019 do IFGF, que abrangeu 5.337 municípios e cujo ano-base é 2018, é o fato de que Salvador aparece como a primeira capital do país em desempenho fiscal em 2018.

 

De fato, na forma exibida na tabela a seguir, o índice obtido por Salvador, o maior de todas as capitais brasileiras no ano passado, foi de 0,8621 para um valor máximo possível de 1.

 


Este valor não somente representa um crescimento de 69% em relação ao apurado em 2012, quando o Município obteve apenas 0,5108, ficando, então, na 23ª posição nacional. Ele também situa a Primeira Capital do Brasil no seleto grupo de apenas 4% dos municípios brasileiros, aqueles que lograram alcançar o nível máximo de excelência de gestão fiscal na avaliação da FIRJAN.

 

Destaca-se ainda mais neste contexto o fato de que este expressivo crescimento de Salvador foi acompanhado simultaneamente por uma queda de 10% no índice médio nacional, o chamado IFGF Brasil, que caiu de 0,5079 em 2012 para 0,4555 em 2018. 

 

Este excelente desempenho de nossa Capital resultou do absoluto e inarredável compromisso do Prefeito ACM Neto, desde o primeiro dia do seu mandato, com o equilíbrio das contas públicas e a responsabilidade fiscal, elevados à condição básica de regra de ouro para a boa governança do Município, o que se comprova claramente com o notável crescimento deste índice em Salvador, ano após ano, a partir de 2013. 

 

Com efeito, como se vê na tabela abaixo, já naquele primeiro ano da atual Administração Municipal, Salvador passou para a 13ª colocação entre as capitais e daí pulou para a 5ª posição em 2014, a 3ª em 2015, a 4ª em 2016 e a 2ª em 2017, para, finalmente, subir para o topo do ranking em 2018. 

 


O IFGF é formado pela ponderação dos subíndices de: (i) eficiência de arrecadação, que confere autonomia ao Município, medido pela relação entre as receitas oriundas da atividade econômica do município e os custos para manter a Câmara de Vereadores e a estrutura administrativa da Prefeitura;  (ii) rigidez orçamentária, expressa nos gastos com pessoal relativamente à Receita Corrente Líquida; (iii) saldo das disponibilidades líquidas de caixa frente aos restos a pagar inscritos no ano anterior; e (iv) capacidade de investimentos do Município, medida pelo percentual de sua receita total gasto em investimentos.